Valhelhas, Lapa dos Dinheiros e Loriga galardoadas com a bandeira azul

Valhelhas, no concelho da Guarda, Lapa dos Dinheiros e Loriga, no concelho de Seia, integram as praias fluviais da região Centro de Portugal galardoadas com a bandeira azul. “A bandeira azul 2020, símbolo de qualidade, foi atribuída pelo 13º ano consecutivo à Praia Fluvial de Valhelhas, concelho da Guarda, para a época balnear que se avizinha”, explicou o Município da Guarda. Este ano o hastear da bandeira azul oficial de 2020 será numa praia fluvial do distrito da Guarda, em data ainda não definida, em Seia, à semelhança do que aconteceu no ano anterior, em Valhelhas.O Centro de Portugal aparece com 26 das 38 praias fluviais galardoadas este ano. De acordo com a lista divulgada, na última semana, pela Associação Bandeira Azul da Europa (ABAE), as praias do Centro de Portugal ganharam este ano mais duas bandeiras azuis em relação a 2019. Entre as 360 praias que vão poder exibir a bandeira azul nesta época balnear, constam 85 da região Centro de Portugal: 57 praias costeiras (mais 2 que em 2019), 26 interiores (as mesmas que no ano passado) e ainda duas embarcações de ecoturismo. A nível percentual, 23 por cento das praias galardoadas no país estão no Centro de Portugal. O predomínio desta região nas praias interiores é quase total, com 26 das 38 praias fluviais distinguidas com bandeira azul a situarem-se na maior região de turismo do país.A Praia de Mira merece um destaque especial, uma vez que recebe a Bandeira Azul pelo 34.º ano consecutivo. Esta praia do Centro de Portugal é a única zona balnear do mundo com Bandeira Azul desde a sua criação, em 1987.Em relação às Praias Interiores, foram distinguidas com Bandeira Azul: Quinta do Barco (Sever do Vouga); Valhelhas (Guarda); Lapa dos Dinheiros e Loriga (Seia); Palheiros-Zorro (Coimbra); Reconquinho e Vimieiro (Penacova); Bogueira e Senhora da Piedade (Lousã); Louçainha (Penela); Côja, Peneda Cascalheira-Secarias e Piódão (Arganil); Alvôco das Várzeas e Avô (Oliveira do Hospital); Canaveias e Peneda (Góis); Janeiro de Baixo, Pessegueiro, Praia de Pampilhosa da Serra e Santa Luzia (Pampilhosa da Serra); Agroal (Ourém); Bostelim (Vila de Rei); Carvoeiro (Mação); Aldeia do Mato e Fontes (Abrantes).Pedro Machado, presidente do Turismo Centro de Portugal considera que “as zonas balneares do Centro de Portugal são um importante trunfo da região. Num verão que vai ser seguramente diferente, devido às incidências da pandemia de Covid-19, as praias do Centro de Portugal apresentam-se como uma excelente opção para quem quer evitar aglomerações de pessoas”. E acrescenta: “No interior, dispomos de praias fluviais com águas cristalinas e onde o espaço também não é um obstáculo”.Recorde-se que o Governo divulgou no passado dia 15 as regras para a ocupação e utilização das praias, no contexto da pandemia de Covid-19.A distância de três metros entre os chapéus de sol, assim como de 1,5 metros entre cada pessoa, assim como um limite de lotação na praia, são algumas das medidas a ser implementado através de uma sinalética de cores.