Assembleia Municipal da Guarda


O presidente da Câmara Municipal da Guarda considera que se avizinham “tempos difíceis para a agricultura” nesta região devido à seca e voltou a lembrar que o Estado tem “o papel fundamental” no apoio e nas ajudas aos agricultores.
“É bom que estejamos todos muito bem cientes daquilo que vai acontecer este ano. Principalmente, e falando no grosso da agricultura da zona mais nascente do concelho, vêm aí tempos difíceis. Não há comida para o gado”, disse Sérgio Costa na reunião da Assembleia Municipal, do dia 30 de Junho.
Referiu que “há agricultores a quererem vender as suas manadas ou os seus rebanhos” porque não têm comida para o gado. E acrescentou: “Não há água, não há pasto e os cereais para o gado estão a preços exorbitantes. Mais do que duplicaram em alguns casos”.
Sérgio Costa considerou que o Estado tem “o papel fundamental” no apoio e nas ajudas aos agricultores, deixando a garantia de que a autarquia “nunca se irá colocar de fora”.
Sérgio Costa deu conta que no âmbito do Plano Nacional de Regadios, a Câmara Municipal da Guarda reivindicou a construção de regadios nas ribeiras de Massueime e das Cabras, na zona de Luzelo, a extensão do regadio da Cova da Beira à zona sul do concelho e o regadio para o vale do Mondego.