Sabugal

A Assembleia Municipal do Sabugal aprovou, por maioria, com 40 votos a favor e 18 abstenções, o Orçamento para 2022, no valor de cerca de 25,5 milhões de euros, na reunião do dia 29 de Dezembro de 2021, que decorreu no Auditório Municipal. Aprovado previamente em reunião da Câmara Municipal, o Orçamento para 2022, “decorre do compromisso com o Sabugal e as suas gentes, respeitando obras, intenções e projectos já assumidos anteriormente e com os quais este se compromete”.O Presidente da Câmara Municipal do Sabugal, Vítor Proença, disse tratar-se de “um Orçamento que nós consideramos poder garantir o bem-estar das populações, a melhoria das condições e da qualidade de vida, a fixação e atracção de população, e que dá particular atenção às condições de vida dos mais desfavorecidos através da acção social”. E acrescentou: “É um Orçamento realista e que resulta do compromisso entre o que se quer fazer, a visão estratégica do Executivo e o que se pode fazer com os recursos disponíveis e os financiamentos possíveis.” Em 2022, o município do Sabugal pretende avançar com as obras de requalificação da entrada sul do Sabugal (intervenção já adjudicada, no valor de 1,1 milhões de euros), da Praça da República e Largo de Santiago (no âmbito do Plano de Acção de Regeneração Urbana, no valor de 530 mil euros) e a 1.ª fase das infra-estruturas da barragem do Sabugal (também no montante de 530 mil euros). Outra das obras que a autarquia pretende começar é a Casa do Empreendedor, para receber empresas em início de actividade, no valor de 1,3 milhões de euros.A execução da Circular de Mobilidade Suave Inclusiva (1,6 milhões de euros) e a requalificação da 2.ª fase da praia fluvial do Sabugal (773 mil euros) são outros dos projectos programados para este ano.  Para além do Orçamento do Município – 2022, a Assembleia Municipal também aprovou a Norma de Execução do Orçamento – 2022, as Grandes Opções do Plano – 2022-2027 e o Mapa de Pessoal do Município – 2022.Na Assembleia Municipal, o Grupo do CDS-PP apresentou uma proposta tendo em vista a transmissão online das reuniões “à semelhança do que acontece na Guarda”. Esta proposta acabaria por ser rejeitada o que levou o CDS-PP do Sabugal a divulgar um comunicado onde é referido que “uma assembleia que não dá voz ao povo e que viola o direito da oposição é uma excrescência democrática”. “Em tempo de transição digital, em tempos de pandemias, uma Assembleia de um Concelho extenso (com 822,70 km2 de área) e com uma das maiores diásporas do País, vai continuar fechada sobre si mesma, tanto mais que a maioria das atas são disponibilizadas, no site da Câmara, por vezes, com seis meses de atraso”, adianta o comunicado.