Comemoração dos Fiéis defuntos

“Este ano, devido aos constrangimentos da pandemia, não haverá as habituais romagens aos cemitérios”, informa o Bispo da Guarda, numa nota publicada na página online da Diocese, com o título “Comemoração dos Fiéis defuntos em ano de pandemia”. O documento, com data de 27 de Setembro, adianta que “cada um, respeitando as regras vigentes, poderá fazer a sua romagem pessoal”. D. Manuel Felício dá conta de que “haverá Eucaristias, em horários e lugares determinados, no dia 1 e, eventualmente, também no dia 2 de Novembro, podendo colocar-se intenções de sufrágio pelos falecidos”.O Bispo da Guarda explica que a celebração anual dos fiéis defuntos faz deslocar muitas pessoas, “das mais variadas proce-dências, para homenagearem e sufragarem os seus entes queridos falecidos”. Recorda que os constrangimentos impostos pela pandemia, “longe de estarem a abrandar, parecem avolumar-se, de dia para dia”.Lembra também que “o Governo decidiu prolongar a situação de contingência”, iniciada a meio do mês de Setembro, até meados de Outubro e “nada nos garante que o dia 1 de Novembro venha com melhores condições do que aquelas que neste momento existem”.D. Manuel Felício refere que nas celebrações que habitualmente se fazem no dia 1 de Novembro, os sacerdotes “estão autorizados a celebrar a Eucaristia, nos espaços fechados das Igrejas e em outros espaços, incluindo ao ar livre, desde que sejam respeitadas as regras oportunamente anunciadas de higienização, distanciamento e uso obrigatório de máscaras”. Lembra, no entanto que não há autorização para “fazer procissões, incluindo romagens e muito menos concentrações nos cemitérios, espaços esses que, de acordo com a lei, estão sob a tutela da autoridade civil, neste caso as juntas de freguesia”. Acrescenta que “os ajuntamentos, pelo menos nestes tempos de contingência, têm número muito limitado”.