Guarda

Começou esta segunda-feira, 5 de Julho, a fase instrutória do processo “Guarda Folia 2014” onde são arguidos o eurodeputado Álvaro Amaro e Carlos Chaves Monteiro, actual presidente da Câmara da Guarda, acusados de fraude e prevaricaçãoO caso remonta a 2014 e em causa está o financiamento do evento “Guarda Folia”, em que a autarquia é suspeita de ter recorrido ao grupo “Aquilo”, para conseguir um apoio comunitário de mais de 50 mil euros.O anterior presidente do Município, Álvaro Amaro, o actual presidente Carlos Chaves Monteiro, o vereador da cultura, Vítor Amaral, e duas técnicas superiores, são acusados de fraude na obtenção de subsídio e prevaricação.Caso sejam condenados, o Ministério Público pede a perda de mandato para o ex-autarca, e para o actual presidente e vice presidente da  Câmara da Guarda. O Ministério Público defende ainda que as funcionárias envolvidas sejam proibidas de exercer funções.