Guarda

O Tribunal da Guarda decidiu não levar a julgamento o caso “Guarda Folia” em que estavam envolvidos Álvaro Amaro, Carlos Chaves Monteiro, Vítor Amaral e duas funcionárias da autarquia, acusadas dos crimes de prevaricação e fraude, na obtenção de subsídio.A decisão de não pronúncia dos arguidos foi dada a conhecer ao final da manhã do dia 15 de Julho. Devido à “falta de provas concretas indiciárias”, juiz do debate instrutório entendeu que não havia indícios suficientes para levar os arguidos a julgamento.Este caso remontava a 2014 e em causa estava o financiamento do evento “Guarda Folia”, em que a autarquia era suspeita de ter recorrido ao grupo “Aquilo”, para conseguir um apoio comunitário de mais de 50 mil euros.