Autárquicas 2021 | Guarda

A colocação de apenas sete médicos na ULS Guarda serviu de pretexto às críticas que o candidato do PSD à Câmara da Guarda dirigiu ao Governo, exigindo a reversão destas decisões, bem como explicações do Governo de António Costa. Na conferência de imprensa que promoveu, no dia 3 de Julho, junto de uma das entradas do Hospital da Guarda, Carlos Chaves Monteiro considerou ser “uma ofensa para Guarda” esta situação, não entendendo como o Governo anuncia obras em serviços como pediatria e obstetrícia, mas não recruta médicos para Guarda nestas áreas.  O candidato mostrou a sua indignação com a discriminação feita à cidade e à região no despacho — com aviso n.º 12330-A/2021 publicado a 1 de Julho, quinta-feira, em Diário da República, determinando a abertura das 1073 vagas para todo o país, das quais apenas sete para a Guarda — para a contratação de médicos para as áreas de medicina geral e familiar, saúde pública e hospitalar. “Considero que esta limitação a sete médicos se trata de um ataque directo e propositado do Governo de António Costa e da ministra da Saúde, Marta Temido, a esta cidade e a este concelho”, disse Carlos Chaves Monteiro.