Guarda


A Câmara Municipal da Guarda tem neste momento 60 pessoas inscritas no Departamento de Acção Social que manifestam o desejo de terem habitação social, revelou o presidente da autarquia na última reunião do executivo, realizada na quarta-feira, dia 29 de Outubro. Álvaro Amaro explicou que até ao final do ano a autarquia deverá estar em condições de colocar 3 a 4 casas no mercado da habitação social. Para o efeito, já decorreu uma reunião, no dia 1 de Setembro, em Lisboa, com o IHRU - Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana, e irá realizar-se outra, esta semana, na Guarda.
Adiantou que as casas do Rio Diz, que eram do antigo Programa Polis e que passaram para a Câmara Municipal, ainda não estão registadas em nome do Município, operação que está a ser desenvolvida neste momento. “Só depois do registo é que a Câmara pode dar um fim às casas”, acrescentou, referindo que a atribuição das habitações será sempre efectuada de acordo com o regulamento que está em vigor e que, neste processo, todas as pessoas serão iguais perante a Lei. Álvaro Amaro falou do assunto após uma família de etnia cigana ter invadido uma habitação no prédio do Polis do Rio Diz e de a autarquia ter chamado a PSP para garantir a segurança no local. O autarca adiantou que já falou com as pessoas em causa, que também já se deslocaram à Câmara, a quem explicou a situação e o método de atribuição de habitações sociais.