Opinião

Na minha última crónica falei dos meus companheiros de infância, na Guarda – os “Titas”, o Fausto e o Fernando, dois gémeos verdadeiros que foram os grandes compinchas na minha primeira infância.

Já passou o inverno e a primavera, já se festejaram os santos populares e já se encerrou o primeiro meio ano que em termos de calendário é o mais curto.

Estamos num tempo em que as sociedades se caracterizam por um excesso de comunicação, de presença e até de expressão;

São as alegrias da vida

Escrevo no dia 1 de Junho, “Dia da Criança”. É por aí que começo. E por lá terminarei, pelas crianças.

É por este tempo em fim de primavera e princípio de verão que a claridade é intensa e os dias são mais longos nesta Europa do Norte, não longe do círculo polar.

O “Dia Internacional da Criança” (Dia das Crianças) é um feriado celebrado em diferentes países a 1 de Junho.

Estranhos estes tempos em que não há tempo para parar. Pensar. Reflectir.

Hipótese1: Voltámos todos ao jardim de infância? Ou
Hipótese 2: Embarcámos mesmo numa nave de loucos?