Igreja

Sétima edição decorre em Carvalhais, de 25 a 27 de Julho

Jesus Cristo, o Filho de Deus, veio ao mundo para nos dar a conhecer o verdadeiro rosto de Deus e ensinar um modo de viver novo, conforme à vontade de Deus, capaz de transformar a existência de cada um numa experiência feliz e nos conduzir, por fim, ao Céu. Esta sua missão, Jesus a cumpriu através de toda a sua vida e morte, pelas suas palavras e pelos seus actos.
Enquanto proclamava a Boa Nova e operava milagres por terras da Galileia, experimentou, humanamente falando, o insucesso: muitos não queriam acreditar no que Ele dizia nem aderir à vida nova que as suas acções manifestavam. E entre os que não se deixavam tocar e converter estavam sobretudo aqueles que na sociedade de então eram considerados os mais cultos, influentes e, sobretudo, mais religiosos. A sua vida, por isso, podia dar a impressão de ser um fracasso. Mas Jesus tem a sabedoria de não se deixar abater ou desanimar.
Diante daquilo que se pode considerar uma crise, Jesus dá-nos uma lição de vida. Levanta os olhos e o coração para o Pai e, por detrás da aparente crise, reconhece a sabedoria e a providência de Deus e exclama: “Eu te bendigo, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque escondeste estas verdades aos sábios e inteligentes e as revelaste aos pequeninos… porque assim foi do teu agrado”. Em vez de se lamentar, Jesus, de modo surpreendente, dá graças pelo que está a acontecer. Abre o coração ao Pai e, a partir daí, é capaz de ver naquela aparente crise um desígnio de Deus. Não é aos orgulhosos e presunçosos de muito saber que Deus se revela, mas aos que, na humildade, se reconhecem pequeninos diante de Deus e aos que, tantas vezes, pouco ou nada contam para a sociedade.
A Deus, só Jesus O conhece verdadeiramente: “Ninguém conhece o Pai senão o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar”. Porque conhece o Pai, Jesus reconhece o seu modo misterioso de conduzir a história e a vida pessoal de cada um. Aquilo que para nós é incompreensível, fonte de sofrimento ou permanece um mistério, precisamos de o levar a Deus, de o apresentar ao coração do Pai que tudo conhece e de tudo sabe dispor para nosso bem e salvação.
“Eu te bendigo, ó Pai”, como Jesus, também por aquilo que no meu dia-a-dia é desilusão, me faz sofrer ou perder esperança e alegria. “Sim, Pai, eu Te bendigo”, porque mesmo sem compreender, creio que por detrás de tudo se esconde e se revela o teu amor misterioso.
Depois de se dirigir ao Pai numa surpreendente oração de louvor, Jesus volta-se para “todos os que andais cansados e oprimidos” e convida a encontrar n’Ele alívio e paz. Jesus não veio para nos sobrecarregar com uma moral impossível de viver, com um número interminável de obrigações a cumprir, ao contrário do que fazem os profissionais da religião que “atam fardos pesados e insuportáveis e colocam-nos aos ombros dos outros”.
A vontade de Deus que Jesus cumpre e ensina a cumprir, não é um peso, mas “um jugo suave e uma carga leve”. A vontade de Deus, revelada no Evangelho e livremente acolhida na nossa vida, é convite exigente mas libertador. Não nos lança por terra mas dá-nos asas para voar e viver a vida em plenitude. Faz-nos ver a vida com os olhos de Deus e na sua escola, o Evangelho, aprendemos de um coração manso e humilde o segredo da sabedoria, da paz e da alegria.
“Vinde… e aprendei de Mim”.

O Papa Francisco recebeu, esta segunda-feira, 30 de Junho, o novo rei de Espanha, Felipe VI e a rainha Letizia.
O encontro de cerca de 45 minutos decorreu, no Vaticano, na Biblioteca privada do Papa .

Celebramos neste dia, 29 de Junho, os dois grandes apóstolos, S. Pedro e S. Paulo.

No último Domingo, 22 de Junho, o Papa Francisco uniu-se à jornada da ONU pelas vítimas da tortura, que se assinala anualmente no dia 26 de Junho, apelando ao compromisso dos cristãos na luta contra um pecado “muito grave”.
“Reafirmo a condenação firme de todas as formas de tortura e convido os cristãos a comprometerem-se e colaborar para a sua abolição e apoiar as vítimas e os seus familiares”, declarou, após a recitação da oração do ângelus.
“Torturar as pessoas é um pecado mortal, é um pecado muito grave”, acrescentou.
O encontro dominical decorreu perante dezenas de milhares de pessoas reunidas na Praça de São Pedro, tendo sido iniciado com uma catequese de Francisco sobre o Corpo de Deus.
 “A medida do amor de Deus é amar sem medida”, disse o Papa, sublinhando que “a Eucaristia faz amadurecer um estilo de vida cristão”.
Este estilo, referiu, é marcado pela “docilidade à Palavra de Deus”, a “fraternidade” entre as pessoas, a “coragem do testemunho cristão”, a “fantasia da caridade”, a “capacidade de dar esperança” aos outros e de “acolher os excluídos”.
“A nossa vida, com o amor de Jesus, recebendo a Eucaristia, faz-se um dom”, declarou.
Para o Papa Francisco, este é um amor que se estende a todos, mesmo às pessoas que não o retribuem.
“Peçamos a Nossa Senhora que nos ajude a redescobrir a beleza da Eucaristia, a fazer dela o centro da nossa vida, especialmente na Missa dominical e na adoração”, pediu o Papa.

“AQUELE QUE ME COME VIVERÁ POR MIM”

Vaticano Papa manifestou preocupação pelas vítimas da guerra no Iraque e anunciou viagem à Albânia

Vaticano
Papa pede fim dos conflitos na Ucrânia e na República Centro-Africana