Vaticano Papa manifestou preocupação pelas vítimas da guerra no Iraque e anunciou viagem à Albânia O Papa Francisco anunciou este Domingo, 15 de Junho, que vai realizar uma viagem à Albânia, no dia 21 de Setembro e manifestou preocupação pelas vítimas dos conflitos no Iraque. “Estou a seguir com muita preocupação os acontecimentos destes últimos dias no Iraque", disse o Papa durante a oração do ângelus, na Praça de S. Pedro. “Convido todos a unirem-se à minha oração pela querida nação iraquiana, sobretudo pelas vítimas e pelos que mais sofrem as consequências do aumento da violência, particularmente as muitas pessoas, entre as quais alguns cristãos, que foram obrigados a deixar a própria casa”, disse o Papa. No encontro com os peregrinos presentes na Praça de S. Pedro, o Papa manifestou os desejos de paz e segurança para toda a população. “Desejo para toda a população a segurança e a paz num futuro de reconciliação e de justiça onde todos os iraquianos, qualquer que seja a sua confissão religiosa, possam construir em conjunto a sua Pátria, criando um modelo de convivência”, referiu Francisco. No ângelus deste domingo, o Papa anunciou uma “breve viagem” a Tirana, na Albânia, durante o dia 21 de Setembro, domingo. “Com esta breve viagem desejo confirmar na fé a Igreja na Albânia e testemunhar o meu encorajamento a um País que sofre há muito as consequências de ideologias do passado”. A Albânia, oficialmente República da Albânia, é um pequeno país montanhoso da península Balcânica, no sudeste da Europa. A capital é Tirana, também a maior e mais importante cidade do país. A Albânia está situada na borda ocidental da península Balcânica, fazendo fronteira ao norte com o Montenegro, a nordeste com o Kosovo, a leste com Macedónia e Grécia e ao sul e oeste com o Mar Adriático, do outro lado do qual se encontra a Itália. A língua oficial é o albanês. Embora a maioria das pessoas na Albânia seja de origem muçulmana (55-65%), cerca de 35% dos albaneses são agnósticos, 22% são ateus, 19% são muçulmanos, 15% são ortodoxos, 8% são católicos e 1% são de outras religiões.