O Papa assinalou, no dia 17 de Junho, o Dia da Consciência, data que evoca a figura do português Aristides Sousa Mendes,

que salvou milhares de pessoas do holocausto nazi, durante a II Guerra Mundial. Referiu que a celebração é “inspirada pelo diplomata português”, que há cerca de 80 anos “decidiu seguir a voz da consciência e salvou a vida de milhares de judeus e outros perseguidos”. “Que a liberdade de consciência possa ser respeitada sempre e em todo o lugar e que cada cristão possa dar exemplo de coerência, com uma consciência recta e iluminada pela Palavra de Deus”, acrescentou.O ‘Yad Vashem’ distinguiu Aristides de Sousa Mendes com o título de “Justo entre as Nações” do Memorial do Holocausto, a maior distinção para não-judeus que pode ser emitida em nome do Estado de Israel.Durante a II Guerra Mundial, Aristides de Sousa Mendes (1885-1954) emitiu em Bordéus, França, vistos sem autorização do governo português, para permitir a fuga de judeus e outros refugiados da perseguição do regime nazi.