Igreja/Portugal


As Jornadas Pastorais do Episcopado Português que decorreram a 20 e 21 de Junho, na Casa de Nossa Senhora das Dores, em Fátima, tiveram como tema ‘Sinodalidade nas Igrejas locais e na missão da Conferência Episcopal’. Esta quarta-feira, 22 de Junho, também teve lugar uma Assembleia Plenária extraordinária em que foi aprovado o documento ‘Ministérios laicais para uma Igreja ministerial’ e o rito da instituição de Catequistas.
As Jornadas Pastorais começaram com a apresentação do tema ‘Sinodalidade como interpelação às Igrejas locais e à colegialidade episcopal’, apresentado por José Eduardo Borges de Pinho, professor emérito de Eclesiologia na Faculdade de Teologia da UCP, e ‘Sinodalidade: resistências e oportunidades’, pelo padre Sérgio Leal, da Diocese do Porto.
Depois, em dois painéis, foram apresentadas sínteses da fase local do Sínodo 2021-2023 de algumas dioceses portuguesas. Recorde-se que o sínodo convocado pelo Papa Francisco começou a nível diocesano, nos cinco continentes, em Outubro de 2021.
Os participantes fizeram propostas concretas de sinodalidade quer para as igrejas locais, quer para a Conferência Episcopal Portuguesa, após reflexões em grupos.
A Conferência Episcopal Portuguesa adiantou que para além dos bispos, participam dois representantes de cada diocese, e os directores dos vários serviços da Conferência Episcopal Portuguesa nas Jornadas Pastorais do Episcopado. Da Diocese da Guarda, para além de D. Manuel Felício também estiveram nas jornadas o padre Jorge Castela e Joaquim Brigas, ambos da Comissão Sinodal, dia 22 de Junho, estava previsto que os bispos portugueses reunissem numa Assembleia Plenária extraordinária para aprovar o documento ‘Ministérios laicais para uma Igreja ministerial’ e o rito da instituição de Catequistas. Para esta Assembleia Plenária também estava anunciada a abordagem do processo sinodal e o processo de estudo sobre abusos sexuais na Igreja.