Guarda

Na homilia de Domingo de Ramos, o Bispo da Guarda reflectiu sobre o sofrimento e a morte, considerando que “podem ser vividos como acto de serviço pelos outros”.“Como aconteceu com Jesus, também em nós é natural a recusa do sofrimento e com ele dirigimos a Deus, neste momento a nossa prece, em nome de toda a Humanidade – Pai afasta de mim este cálice; e também como ele havemos de saber cuidar a atitude de não colocarmos a nossa vontade e o nosso interesse acima de tudo”, escreveu D. Manuel Felício. O bispo da Guarda também escreveu uma mensagem à diocese (disponível em diocesedaguarda.pt) pedindo que nos dias de isolamento os católicos saibam “valorizar especialmente a Bíblia, os diferentes símbolos da Fé em casa, como é o crucifixo, mas também o exercício da Via-sacra e a meditação dos mistérios dolorosos do terço do Rosário”.