Departamento da Catequese da Infância e da Adolescência

O Departamento da Catequese da Infância e da Adolescência, da Diocese da Guarda, agendou uma reunião para o dia 19 de Setembro, no Seminário da Guarda, tendo em vista o regresso à catequese presencial. Os trabalhos iniciam às 10.00 horas e terminam às 12.00 horas e vão procurar estabelecer diálogo com os párocos e um dos catequistas coordenadores das paróquias. O coordenador do Departamento da Catequese da Infância e da Adolescência, padre Valter Salcedas, explica aos padres e catequistas que, neste ano, nas actividades pastorais, “é importante pautarmos o nosso agir por algumas cautelas tendo em vista a prudência que nos é pedida”. E acrescenta: “Este ano, mais do que nunca, teremos que trabalhar em rede, resistindo à tentação de encontrar soluções únicas e próprias sabendo que, apesar da necessária adaptação à realidade concreta das comunidades que nos estão confiadas, apenas a sinergia de esforços e a comunhão de caminhos nos proporcionarão a capacidade de encontrar novos métodos e novas expressões para o anúncio do Evangelho de Jesus que queremos que aconteça na catequese”. Lembra que o retomar das catequeses presenciais “obriga ao cumprimento de alguns procedimentos que, de acordo com orientações do Bispo diocesano, o Departamento da Catequese da Infância e da Adolescência procurou adaptar dos documentos gerais da Conferência Episcopal e do Secretariado Nacional da Educação Cristã”. Para o padre Valter Salcedas “estas especificidades obrigam ao esforço de formação dos catequistas e auxiliares, bem como ao esclarecimento de possíveis dúvidas que possam surgir”. Considera que o regresso às actividades pastorais “deverão ter uma preparação bastante cuidada, mesmo que o seu reinício possa sofrer um ligeiro atraso”. O Departamento pretende, na reunião do dia 19 de Setembro, apresentar as “orientações para catequese em tempos de pandemia”, com o objectivo de ajudar as paróquias da Diocese da Guarda na tarefa de coordenar a catequese neste tempo de pandemia.O documento adianta que “embora se tenham de ter sempre em conta as indicações gerais determinadas pelas autoridades de saúde, cada paróquia está chamada a desenvolver e a potenciar a sua actividade evangelizadora”.