Diocese da Guarda

No dia de Páscoa “que os sinos toquem festivamente, em todas as Igrejas” é o pedido do Bispo da Guarda a todos os párocos, em carta dirigida “ao Povo de Deus da Diocese da Guarda”. D. Manuel Felício publicou uma carta em que recorda as restrições da pandemia às celebrações de Semana Santa e Tríduo Pascal, que vão decorrer sem assembleia.“Sujeitos como estamos às restrições que nos impõe a pandemia, todos iremos procurar viver, da melhor maneira possível, a comemoração dos acontecimentos centrais da nossa Fé, sobretudo no Tríduo Pascal, para que a Ressurreição jubilosa do Senhor seja a grande fonte de esperança e de força para juntos podermos enfrentar a crise”, escreve D. Manuel Felício.O Bispo da Guarda sublinha, em particular, que no Domingo de Páscoa “não são autorizadas celebrações comunitárias da Ressurreição do Senhor, tanto dentro das Igrejas como no exterior”. E acrescenta: “Sem as tradicionais procissões da Ressurreição, que os sinos toquem festivamente, em todas as Igrejas”.Na reavaliação prometida, o Bispo da Guarda fala numa hora “especialmente difícil” e reconhece que “a situação não melhorou, antes pelo contrário; portanto, iremos continuar com as mesmas restrições até que se determine coisa diferente”.Na carta publicada na edição anterior do Jornal A GUARDA, D. Manuel Felício anuncia que a Missa Crismal de Quinta-Feira Santa, em que são benzidos os Santos Óleos e os padres renovam os seus compromissos sacerdotais, que deveria acontecer hoje, 9 de Abril, na Sé da Guarda, foi transferida para o dia 19 de Junho, solenidade do Sagrado Coração de Jesus e Dia Mundial de Oração pela Santificação dos Sacerdotes, “em hora a comunicar posteriormente, esperando que a situação já o permita”.As celebrações do Tríduo Pascal (Comemoração da Última Ceia, com instituição da Eucaristia e do Sacerdócio, em Quinta-Feira Santa; a Comemoração da Paixão e Morte do Senhor Jesus, em Sexta-Feira Santa; e a Vigília Pascal, na noite de Sábado Santo) serão feitas pelo bispo diocesano na Catedral e pelos párocos na respectiva igreja Paroquial, “sem presença dos outros fiéis, devendo estes ser avisados da hora destas celebrações para se lhes poderem unir em oração, embora permanecendo em suas casas”.