Mensagem dirigida à Diocese

O Bispo da Guarda está confiante de que durante o mês de Setembro, que habitualmente marca o início de um novo ano pastoral, haja condições para “retomar actividades pastorais”.“Esperamos que, a partir deste mês de Setembro, haja condições para voltarmos às nossas habituais sessões de catequese em regime presencial, aos programas de trabalho com jovens nomeadamente na preparação da jornada mundial da juventude, ao funcionamento regular dos serviços diocesanos e paroquiais, incluindo as actividades dos movimentos e obras de apostolado”, escreve D. Manuel Felício numa mensagem dirigida a toda a Diocese e que pode ser lida na página online da Diocese da Guarda (https://diocesedaguarda.pt/).E acrescenta: “Vamos procurar que seja o retomar de actividades e programas que tivemos de interromper ou pelo menos ajustar às novas condições impostas pela pandemia”.O prelado recorda que “a retoma já se foi dando”, desde o último domingo de Maio, altura em que foram autorizadas as celebrações dominicais, “embora com os muitos condicionalismos que são conhecidos”. D. Manuel Felício considera que “tem havido muita compreensão e grande capacidade de adaptação a esses novos condicionalismos, com cumprimento rigoroso sobretudo das medidas de higiene e distanciamento”.O Bispo da Guarda dá conta da necessidade de retomar “os encontros de formação, de espiritualidade e dos órgãos de aconselhamento e decisão que são fundamentais na vida das nossas comunidades”.Aponta o retiro anual do clero, que tem lugar de 21 a 25 de Setembro, no Seminário da Guarda, como “um novo ponto de partida para a nossa vida pastoral, na Diocese e nas comunidades”.D. Manuel Felício reconhece que “nada poderá começar a ser como era antes, pois não sabemos por quanto mais tempo temos de continuar a cumprir as medidas cautelares sanitárias recomendadas para cada um se proteger a si mesmo e também aos outros”.A Mensagem à Diocese, com data de 30 de Agosto, termina com um voto de confiança “na protecção maternal de Maria Santíssima, Mãe da Igreja e estrela da nova evangelização, para nos guiar e acompanhar nesta nova etapa da nossa vida diocesana”.