A peregrinação da cruz e do ícone de Nossa Senhora na diocese,

durante cerca de um mês, tem um balanço extremamente positivo; foi uma experiência forte de anúncio das Jornadas Mundiais da Juventude e, sobretudo, uma espécie de novo ponto de partida para sensibilizar e envolver os jovens e menos jovens no dinamismo da JMJ.
Exteriormente, a peregrinação dos símbolos da JMJ criou entusiasmo nas comunidades cristãs, demonstrou vontade e capacidade organizativa dos jovens e agentes pastorais em cada comunidade e potenciou parcerias entre a Igreja e a sociedade civil.
Interiormente, cremos que há um grande fruto espiritual ainda a necessitar ser cuidado... Ou seja, a peregrinação dos símbolos foi uma espécie de evento mobilizador, mas que comporta riscos se não der passo a um processo ‘pós-símbolos’ de onde surjam grupos juvenis paroquiais, uma revitalização dos movimentos juvenis... em suma, necessita-se continuar a fazer caminho com os jovens para a JMJ 2023.
Rafael Neves – Coordenador da Pastoral Juvenil na Diocese da Guarda