Fátima - celebração de 13 de Setembro

O bispo de Aveiro lembrou a situação “dramática” dos “irmãos do Afeganistão”, na Eucaristia da peregrinação internacional do dia 13 de Setembro ao Santuário de Fátima.“A preocupação pelos necessitados, a atenção aos doentes, o acolhimento aos estrangeiros e refugiados, a assistência aos presos, o cuidado dos mais pequenos e débeis sempre fizeram parte do discipulado cristão”, afirmou D. António Moiteiro, durante a celebração a que presidiu no recinto de oração. “Maria é a imagem de quem se confiou plenamente ao amor de Deus manifestado e comunicado em Jesus Cristo”, assinalou D. António Moiteiro, referindo que as aparições e os apelos de Nossa Senhora em 1917 são “um sinal e prolongamento da solicitude materna daquela que exorta a ouvir e a seguir Jesus”.O bispo de Aveiro, que é natural do concelho de Penamacor, diocese da Guarda, recordou que a acção evangelizadora dos primeiros cristãos tinha como objectivo “levar a pessoa a transformar-se” e a incorporar-se “activamente no grupo dos discípulos de Jesus, a viverem em comunhão”.Na celebração nocturna de 12 de Setembro, D. António Moiteiro convidou os participantes a “caminhar juntos”, ao encontro dos outros“Peregrinar, caminhar juntos, leva-nos a sair de nós próprios e a abrirmo-nos aos outros, escutando-os e partilhando a própria existência, com o espírito missionário e sinodal que se espera hoje da Igreja”, disse o Bispo de Aveiro.