A caminho da JMJ 2023


“Espero que a passagem dos símbolos pela Diocese da Guarda seja um abanão nas nossas comunidades para elas se renovarem” disse o Bispo da Guarda na Festa de Acolhimento dos símbolos da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), que decorreu na Praça Velha, na Guarda, no sábado, 5 de Março. D. Manuel Felício deu conta da grande alegria por receber a cruz e o ícone de Nossa Senhora “que nos interpelam, não só, a caminhar para 2023 mas, sobretudo, a caminhar na fé, a caminhar no bem, a caminhar na construção da paz e na alegria que é aquilo que mais faz falta na nossa sociedade”.
Para o Bispo da Guarda, a passagem dos símbolos pela Diocese da Guarda “são um desafio a que nos desamarremos de mil situações que nos agarram aquilo que não está certo e nos façam caminhar para uma vida de qualidade tanto pessoal como comunitária”. Os símbolos da JMJ vão percorrer os cantos e recantos da Diocese da Guarda na Quaresma, “tempo de mudança, de renovação e de conversão”, neste contexto são desafiadores “para uma vida comunitária mais forte e alinhada com o evangelho”. “Uma das grandes tentações dos tempos atuais é ficar agarrado às máquinas”, mas D. Manuel Felício deseja que esta peregrinação seja “um tempo forte” de encontro.
O padre Rafael Neves, responsável pela Pastoral Juvenil da Diocese da Guarda, espera que o mês de Março, com a passagem dos símbolos por todos os arciprestados provoque “um cansaço bom” e um “momento marcante na vida da diocese, na vida dos jovens e de todas as pessoas”. Destacou “o encontro intergeracional em torno dos símbolos” que congregou pessoas de todas as idades na Festa de Acolhimento, na Guarda.
“Hoje os símbolos vieram até às pessoas e aquilo que nós fizemos, nesta sala de visitas da cidade e até da Diocese, foi acolhermo-los, mas daqui em diante serão os símbolos a peregrinar e as pessoas a peregrinar com eles”, afirmou. E explicou: “Há aqui uma junção das duas coisas: é os símbolos a irem ter com as pessoas e as pessoas também irem ter com os símbolos”.
O padre Rafael Neves prometeu fazer da passagem dos símbolos pela Diocese “um momento marcante, um momento de renovação, de transformação”.
Explicou que “a peregrinação dos símbolos pela Diocese vai ter muitos momentos, muito diversificados de acordo com as realidades da Diocese que são diferentes”, privilegiando os espaços mais juvenis “sem esquecer os outros espaços”.
Apontou como o momento “mais marcante” da peregrinação dos símbolos pela Diocese da Guarda, a via-sacra a realizar no alto da Torre da Serra da Estrela, o ponto mais alto de Portugal continental”, no dia 20 de Março.
“É com imenso orgulho que recebemos os símbolos das Jornadas Mundiais da Juventude na Guarda, é com muito carinho, com muita afeição e com muita solidariedade”, disse Sérgio Costa, presidente da Câmara da Guarda.