Editorial

Fundados no Concílio de Trento, em 1563, os seminários, base e norma da formação dos sacerdotes, foram discutidos e acomodados aos tempos, no decorrer da história. Muitos documentos manaram dos bispos e da Santa Sé, nos quatro séculos que separaram a sua instituição da última assembleia episcopal que versou sobre eles, no concílio de há cinquenta anos.

Há muito tempo que foram entregues aos fiéis seguidores de Cristo algumas questões, como preparação para o terceiro sínodo extraordinário acabado de celebrar, no dia dezanove último.

Ainda não há muitos anos, na tarde do primeiro de Novembro, após a oração das segundas vésperas de Todos os Santos, mudado o cenário dos templos, principiavam as primeiras orações do Dia dos Fiéis Defuntos. Cessavam os aleluias majestosos, depunham-se os paramentos festivos resplandecentes de alvura e envergavam-se as capas de cor negra.

Ao deixar a terra onde veio viver para cumprir a missão de salvar a humanidade, tornando-a filha de Deus e herdeira da glória e felicidade celeste,

Inaugurou-se, no passado domingo, a Assembleia Geral Extraordinária  do Sínodo dos Bispos que versará sobre a família, conforme o anuncia o seu título: “Desafios Pastorais da Família no Contexto da Evangelização”.

Num mundo eivado de individualismo, amassado em teorias variáveis e contingentes, conforme o gosto e o desejo do momento,

A sede insaciável da humana curiosidade impulsionou o homem a descobrir e explorar o seu ambiente.

Nas informações que, todos os dias, nos chegam das lutas e guerras vividas, neste mundo, sobressaem, hoje, as terras do Médio Oriente, onde se cruzam ódios e rivalidades entre os fiéis pertencentes às chamadas Religiões do Livro: judeus, cristãos e muçulmanos.