Editorial

Com Maria, Mãe do Verbo incarnado, inicia-se a renovação do mundo, por graça e força do Omnipotente que criara o homem na pureza de coração e excelência primorosa de um ser perfeito participante da cordialidade e glória de Deus.
O seu nascimento singular e transcendente repetiu a maravilha do primeiro homem criado à imagem íntegra e perfeita do seu Autor, no qual se espelhava a imagem bela e sedutora da Divindade.

“É eterna a sua misericórdia” – tal é o refrão que aparece em cada versículo do salmo 136, quando o salmista, em traços universais, convida o seu povo a louvar o Senhor, depois de lembrar as maravilhas por Ele operadas quer na história do mundo, quer nos grandes factos da história de Israel.

O domingo concentra em si mesmo os maiores valores da vida cristã:

Ao proclamar o Jubileu Extraordinário da Misericórdia, no dia 11 de Abril de 2015, o Papa Francisco escrevia na Bula própria, logo no início: “Jesus é o rosto da misericórdia do Pai. O mistério da fé cristã parece encontrar nestas palavras a sua síntese”.

“A desejada renovação de toda a Igreja depende, em grande parte, do ministério sacerdotal, animado do espírito de Cristo”

Sobretudo no Império Romano, os povos desejavam ter junto deles os seus defuntos para recordarem a sua memória e continuarem

Ninguém fica eternamente jovem, mesmo que muitos formadores apontem aos seus educandos como ideal a perene juventude.

O Senhor Jesus profetizou que a sua Igreja, coadjuvada com a sua assistência e protecção, jamais terminaria: “Eu ficarei sempre convosco até ao fim do mundo”.