Este Domingo, 26 de Setembro, os portugueses são chamados a escolher os seus legítimos representantes nos órgãos executivos (a câmara municipal e a junta de freguesia) e nos órgãos deliberativos (a assembleia municipal e a assembleia de freguesia).Em Portugal têm direito ao voto todos os cidadãos maiores de 18 anos, salvaguardadas as restrições previstas na lei.

O voto é um direito pessoal e constitui um dever cívico assente numa responsabilidade de cidadania, ao qual não se encontra ligada nenhuma sanção em caso de incumprimento.Ao longo das últimas semanas, os candidatos apresentaram propostas e compromissos para os próximos quatro anos, com os quais tentaram convencer e captar o eleitorado. No concelho da Guarda há sete candidatos à presidência da Câmara Municipal e outros tantos para a presidência da Assembleia Municipal. As opções apareceram de todos os quadrantes políticos e também há um movimento independente que se apresenta a sufrágio. Estas eleições, que são de proximidade, costumam vencer algumas barreiras, fazendo baixar o número da abstenção. As autárquicas acabam por movimentar mais gente, envolvendo comunidades e famílias. Também neste processo é importante ter a grandeza suficiente para, no dia a seguir às eleições, saber ultrapassar as lutas partidárias e, às vezes, os sentimentos de vingança.Também na corrida à presidência das Câmaras, Assembleias Municipais ou Assembleias de Freguesia se deve aplicar o princípio de que “quem quiser ser o primeiro será o último de todos e o servo de todos”. Quem ganha deve ter a hombridade de uma governação abrangente sem deixar ninguém de lado e quem perde também tem o dever de aceitar o sufrágio do povo.