Dentro de um mês, aproximadamente, começam a chegar a Portugal os peregrinos da Jornada Mundial da Juventude marcada para Lisboa, de 1 a 6 de Agosto.


De 26 a 31 de Julho, de norte a sul de Portugal continental e arquipélagos – Algarve, Angra, Aveiro, Beja, Braga, Bragança-Miranda, Coimbra, Évora, Funchal, Guarda, Lamego, Leiria-Fátima, Portalegre-Castelo Branco, Porto, Viana do Castelo, Vila Real e Viseu, acontecem os ‘Dias nas Dioceses’. Nesses dias cada Diocese acolhe grupos de peregrinos que são convidados a conhecer a realidade local, com as suas especificidades, as pessoas e a região.
A Diocese da Guarda vai receber perto de mil peregrinos, dos quais mais de uma centena ficará na zona da Guarda. Depois de serem recebidos no Parque Municipal e na Sé da Guarda, os jovens seguem para as famílias de acolhimento. O grupo que fica na Guarda terá oportunidade de conhecer a cidade, os Passadiços, Videmonte, Famalicão Valhelhas e Manteigas.
O reencontro de todos os peregrinos está agendado para o dia 30 de Julho, no alto da Torre, na Serra da estrela, por ser um lugar icónico não só para a região mas também para Portugal e até mesmo para o Mundo.
A ‘FÉsta das Nações’ no alto da Torre, na Serra da Estrela, pretende encerrar com chave de ouro a passagem dos peregrinos de vários países e continentes pela Diocese da Guarda. O encontro, que também deve juntar as famílias que acolhem os jovens, inclui momentos de oração e um concerto musical com ocupação do espaço adjacente à Capela dedicada a Nossa Senhora do Ar.
A iniciativa de promoção e divulgação dos nossos valores culturais, ambientais e patrimoniais esbarra agora com um parecer negativo do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas. Um decisão um tanto ou quanto controversa, uma vez que o mesmo local acolheu, no último Domingo, 18 de Julho, mais 7500 motos. Não se entende como é que o mesmo local, com as mesmas infra-estruturas e os mesmos meios, tem capacidade para receber tantas motos e tantas pessoas num só dia e, passado pouco mais de um mês, todas essas condições tenham desaparecido. Para falarem de nós temos de nos mostrar, promover e dar a conhecer. Quem melhor que os jovens para divulgar a nossa Grande Montanha além-fronteiras?