Mêda | Marialva


A empresa Quinta das Senhoras foi considerada a melhor produtora de vinhos do mundo em 2018 (até 20 hectares de vinha). A empresa recebeu, recentemente, a Medalha de Ouro – Berliner Wine Trophy 2018, Best Producer 2018 (up to 20 hectares).
Trata-se do maior prémio de sempre no mundo dos vinhos a Medalha de Ouro, no Berliner Wine Trophy 2018, na categoria de produtora de vinhos mundiais até 20 hectares.
Os vinhos Quinta das Senhoras DOC 2013 e Quinta das Senhoras DOC 2014 foram os representantes portugueses que arrecadaram as medalhas de ouro no Portugal Wine Trophy e Berliner Wein Trophy, respectivamente. Estes vinhos foram também os vencedores das medalhas de prata nas edições de 2017 e de 2018 do Concurso Nacional da Beira Interior.
No Berliner Wein Trophy, um dos mais importantes concursos de vinho internacionais, Portugal obteve 139 medalhados (3 Medalhas Grande Ouro, 118 Medalhas de Ouro, 18 Medalhas de Prata).
“É sem dúvida mais um grande feito para os vinhos Quinta das Senhoras DOC , onde estiveram em prova, inicialmente, mais de 6700 vinhos de todo o mundo, submetidos à classificação de 198 jurados”, explica a empresa. E acrescenta: “Esta grande distinção traz-nos ainda mais responsabilidade para o nosso rigoroso e criterioso trabalho. Vamos continuar a lutar pelo sucesso da nossa marca, da nossa zona geográfica de vinhos da Beira Interior e do nosso País”.
A Quinta das Senhoras é uma vinha de 11 hectares na Beira Interior tem mais de 150 anos e produz quase 10 mil garrafas por ano. Produz castas de touriga nacional, aragonês e sousão para tintos e viosinho e gouveio para brancos. A herdade da Quinta das Senhoras foi comprada em finais do século XIX e já está na posse da 5ª geração.
A Quinta das Senhoras existe, desde o séc. XIX, graças à tenacidade de uma dinastia de senhoras, a primeira, Dª Carolina, emigrante no Brasil, que, no seu regresso, comprou e trabalhou as terras que ainda hoje a integram. A denominação Quinta das Senhoras tem inspiração e constitui uma homenagem a uma senhora única, Dª Isabel de Aragão, que nela passa o dia 23 de Junho de 1282, véspera do seu casamento católico com El-Rei D. Dinis, a caminho de Trancoso, onde se celebrou.