A empresa «Guardasom Electrónica, Lda», instalada na Rua Dr. Francisco dos Prazeres, n.º 23, na cidade da Guarda, surgiu em 1982 com a designação de «Audiosom”,

por iniciativa dos sócios Joaquim Guerra, Mário Pacheco e Joaquim Patrício. Em 1986 passou a ter a denominação actual. A firma que pertence actualmente aos empresários Joaquim Guerra e Mário Pacheco comercializa material de vídeo, áudio, alta-fidelidade, televisão e instrumentos musicais, entre outros produtos, faz instalações de som profissional (sonorizações interiores e exteriores em habitações particulares, auditórios, estúdios, escolas, cinemas, bares, discotecas, igrejas, salas, parques, etc.), de recepção de sinal de televisão (satélite e digital terrestre), de sistemas de vídeo e de videovigilância e reparações de equipamentos electrónicos (comandos, câmaras fotográficas, câmaras de filmar, leitores e gravadores de cassete e DVD, televisores, projectores, auto rádios, consolas e amplificadores, etc.). A «Guardasom Electrónica, Lda» começou a funcionar nas instalações actuais e, em Dezembro de 2001, abriu a loja Sony, no outro lado da rua; depois, em 2011, fez obras nas actuais instalações e instalou a loja Sony ao lado da loja «Guardasom». “A nossa firma começou a sua actividade a alugar aparelhagens para festas religiosas, comícios, eventos culturais e desportivos, e depois evoluímos para as reparações e para as vendas. Ainda hoje nos procuram para o aluguer de aparelhagens, mas há vários anos que não fazemos isso por falta de disponibilidade”, disse ao Jornal A GUARDA o empresário Joaquim Guerra. Acrescenta que o estabelecimento tem por lema “sempre servir as pessoas o melhor possível, trabalhar nos pequenos ou grandes serviços e procurar sempre resolver o problema. Normalmente, tudo o que é coisa difícil nunca fica sem resposta”. Ao nível das reparações, Joaquim Guerra lembra que “antigamente tudo se reparava e agora não”. Ao nível das reparações continua a assumir especial relevância “o material profissional, porque o de amador cada vez se repara menos e só se reparam os equipamentos de grande valor, porque os outros não compensam”.
A «Guardasom Electrónica, Lda» continua a destacar-se nas instalações de som profissional, assumindo alguma relevância o sector religioso. “Ao nível das igrejas temos tido muito serviço a instalar ou a melhorar equipamentos. O som das igrejas evoluiu muito. Desde que abrimos, até hoje, não tem nada a ver. No início montavam-se umas pequenas colunas e um microfone para o senhor padre. Eram equipamentos muito rudimentares. Hoje, já chegámos à era digital com colunas e amplificadores digitais e programáveis”, explicou Joaquim Guerra. A empresa da Guarda também instala relógios digitais modernos nas igrejas, que dão as horas, podem tocar à missa, etc. “São relógios digitais programáveis. Cada vez se vêem menos pessoas a tocar o sino e, neste caso, muitas vezes é o próprio padre que carrega no botão para tocar o sino à chegada, mas também pode ser programado para tocar automaticamente”, disse, indicando que estes sistemas, ultimamente são programados para não tocarem das 23.00 às 06.00 horas, para não incomodarem as pessoas durante a noite. A empresa também faz circuitos internos de vídeo em edifícios. Por exemplo, no Hospital da Guarda montou o circuito de vídeo e de áudio para os doentes verem e ouvirem as celebrações religiosas a partir da igreja e da capela.
De acordo com o empresário, a «Guardasom» já conheceu um período áureo relacionado com a instalação de antenas de televisão e venda de aparelhos de TV, mas esse segmento “baixou significativamente devido à concorrência e à falta de dinheiro”. “Houve uma altura em que as televisões, aparelhos de alta-fidelidade e as câmaras de vídeo estavam no auge e a nossa actividade principal era a venda de produtos Sony dessas áreas. Depois, a partir da crise de 2008, notou-se um decréscimo significativo na venda desses produtos. Apenas o serviço TDT (Televisão Digital Terrestre) nos deu bastante serviço durante cerca de um ano, com a montagem de equipamentos e a reorientar as antenas”, disse.
A empresa, que tem clientes em todo o distrito da Guarda, mas também na Beira Baixa e na zona Norte do país, já chegou a ter 7 funcionários, mas hoje apenas possui 3 postos de trabalho directos (Joaquim Guerra, Mário Pacheco e Dulce Guerra) e alguns indirectos. Funciona de segunda a sexta-feira das 9.00 às 13.00 e das 14.30 às 19.15 horas e aos sábados das 9.30 às 13.15 horas.