A firma «Armando Mariano dos Santos», que comercializa máquinas para agricultura, floresta, jardim e construção civil,

tem sede na Estrada Nacional 233, n.º 45, no Adão, e uma filial na Urbanização dos Castelos Velhos, Rua Dr. José Martins das Neves, Lote 2, R/Chão Esquerdo, na cidade da Guarda. A empresa foi criada na Freguesia de Adão, concelho da Guarda, no ano de 1993. Ao longo dos anos tem vindo a alargar a sua área de negócio, bem como a área geográfica de intervenção. Para além dos produtos que representa, destaca-se pela eficaz assistência na reparação das máquinas e pelo vasto stock de acessórios e consumíveis. O empresário Armando Mariano dos Santos disse ao Jornal A GUARDA que a filial, na Guarda, abriu as portas em Fevereiro de 2002, por duas razões: “Como a sede da empresa se situa na aldeia do Adão, uma das razões prendeu-se com o desafio impulsionado por uma das marcas que representamos, a STIHL. Dado a notoriedade da marca era importante para a mesma ter um espaço de exposição dos seus produtos na cidade da Guarda. A outra razão é que sendo a Guarda capital do distrito é sempre um sítio mais central do que uma aldeia. Para além das vendas, nós damos também assistência. Nesse sentido, as pessoas, por vezes, em vez de se deslocarem à sede, deixam os seus equipamentos aqui para serem reparados. Passados uns dias, quando as pessoas se deslocam à Guarda a tratar dos mais diversos assuntos levantam novamente aqui na filial os equipamentos já reparados”.
A empresa dedica-se sobretudo à venda de máquinas e equipamentos para a agricultura, floresta, jardim e construção civil e, de acordo com o responsável, o segmento que tem maior procura está relacionado com “as máquinas e acessórios para a agricultura e manutenção da floresta”. Armando Mariano dos Santos lembra que “a crise na construção civil faz com que os equipamentos ligados a este sector se vendam menos do que noutros tempos”. A crise económica que afecta o país também se tem reflectido “um pouco” no negócio, pois segundo o empresário, “apesar das pessoas optarem por adquirir uma máquina com qualidade, devido à diminuição do poder de compra, por vezes, para um uso mais ocasional, não tão profissional, as pessoas optam por uma máquina com menor potência que tem também à partida um custo mais reduzido, quando antes apostavam em máquinas e equipamentos mais potentes. A utilização é também menor do que noutros tempos, quando a agricultura era uma actividade mais intensiva”. E, numa altura em que tanto se fala em incêndios florestais e na limpeza dos campos, observa que as pessoas se preocupam com estas questões. “Uma vez que não existe uma agricultura tão intensiva como antigamente, as pessoas para protegerem as suas casas, o seu património, procedem à limpeza dos terrenos e, nesse sentido, acabam por comprar equipamentos para fazer a manutenção e limpeza dos terrenos”, justifica.
A filial da Guarda da firma «Armando Mariano dos Santos» já tem clientela certa. Os clientes são um pouco de todo o distrito, sendo em menor número dos concelhos mais afastados da Guarda. “Dada a oferta de produtos ser diversificada e de qualidade”, os clientes são vários, desde Juntas de Freguesia, Câmaras Municipais, Associações de Produtores Florestais, Bombeiros, empresas de obras públicas, construção civil e floresta e particulares, lê-se na página Internet da empresa (em www.armandomarianos antos.com). O estabelecimento da Guarda funciona, por norma, com a presença do funcionário Rui Almeida, de segunda a sexta-feira, das 9.00 às 13.00 e das 15.00 às 19.00 horas, e aos sábados das 9.00 às 13.00 horas.