Mário Patrão é um dos portugueses presentes no Rally Dakar que começou no domingo,

dia 3, e se desenrola até 17 de janeiro, pela primeira vez na Arábia Saudita. O piloto de Seia fez a sua entrada em prova de forma cautelosa, postura que continua a assumir, de forma a chegar ao final em segurança. Na mais dura prova do mundo, Patrão terminou a primeira etapa de 752 quilómetros, 319 deles cronometrados, na 41ª posição entre as motas. A segunda etapa ligou Al Wajh a Neom, ao longo de 367 km cronometrados. Patrão repetiu a posição de chegada e encontrava-se em 40ª da classificação geral.
Paulo Gonçalves desatacou-se como melhor português em prova em ambas as etapas, chegando em 12º. Ao fecho desta edição, António Maio (Yamaha) encontrava-se em 21º entre as motas, Sebastian Bühler (Hero) em 25º, Mário Patrão (KTM) em 40º, e Fausto Mota (Husqvarna) em 50º.
Nos carros, o navegador Paulo Fiúza começou bem e conquistou o 2º lugar com Stéphane Peterhansel (MINI) mas no segundo dia perdeu andamento e passou para a 8ª posição geral. Os irmãos Ricardo e Manuel Porém (Borgward) encontravam-se em 17º. Filipe Palmeiro, navegador do lituano Benediktas Vanagas (Toyota) está em 15º. Nos SSV, o portuense Pedro Bianchi Prata está em 6º da classificação.