O Aquilo Teatro é uma cooperativa sem fins lucrativos, que existe desde 1982,

e que tem sede no Largo do Torreão, na cidade da Guarda. “Trata-se de um espaço aberto à comunidade onde se desenvolvem projectos nas várias linguagens artísticas”, lê-se na sua página oficial na Internet. O Aquilo Teatro “caracteriza-se por congregar energias criativas que ajudam a manter a vida cultural da região e canalizar o tempo livre dos jovens e adultos para actividades criativas de serviço à comunidade”, é também referido. A qualidade do seu trabalho foi premiada na Mostra Portuguesa de Artes e Ideias, “Novos Valores da Cultura” e “ Teatro da Década”. O Aquilo também representou Portugal no Encontro de Teatro Contemporâneo de Mérida (Espanha), Bienal dos Jovens Criadores da Europa do Mediterrâneo (Marselha - França), Festival “Fabuleus 91” (Leuven - Bélgica), 1.ª Mostra de Teatro Ibérico e Expressões Artísticas de Portugal (Nordeste do Brasil), Festival “Sete Sóis, Sete Luas” (Itália) e Festival “Hans Christian Andersen” (Dinamarca). “Mário ou eu próprio - o outro” (1982), “O visitador extraordinário” (1982), “Chamam ao telefone o Sr. Pirandello” (1985), “O Homem do V.W. branco da minha juventude” (1986), “Sancho Pança, governador da ilha dos lagartos” (1991), “Diário de um louco” (1993), “Até o Anjo é da Guarda”, (2000), “Uma Pedra na Mão” (2002) e “As Orelhas do Compadre” (2008), são algumas das suas produções. O Aquilo deu também origem a mais dois grupos: Teatrinho do Lusco-Fusco e Teatro da Vaca-Fria.