Candidato de Plataforma Independente lança desafio a todos os Partidos

Sérgio Costa, candidato de Plataforma Independente às próximas eleições autárquicas, lançou o desafio, a todos os Partidos, de um “Pacto – Geração Economia Guarda 2040”, para atingir o objectivo comum do desenvolvimento da Guarda. A aplicação da taxa mínima de IMI para todas as Empresas; a redução em 50 % do custo das taxas de licenciamento urbanístico e de todas as demais taxas administrativas para todas as Empresas; a redução em 50 % da taxa de derrama para todas as Empresas com domicílio Fiscal no Concelho da Guarda; a aposta na Plataforma Ferroviária da Guarda; a duplicação da área da Plataforma Logística da Guarda; a duplicação do Parque Industrial da Guarda; a criação de Centros de Incubação Empresarial para fixação da nova geração de Empresas Tecnológicas de última geração; a reorganização e duplicação do Parque Empresarial do Outeiro São Miguel, nas Freguesias de Arrifana e Pera do Moço; a reorganização e duplicação do Parque Empresarial de Vale de Estrela; a criação de novas Áreas de Localização Empresarial situadas no nosso mundo rural (Benespera, Famalicão, Gonçalo, Maçainhas, Panóias, Pega, Porto da Carne, Trinta, Vila Fernando), foram algumas das medidas apresentadas na conferência de imprensa, realizada esta segunda-feira, 7 de Junho, na Plataforma Logística, junto ao Parque Tir.Sérgio Costa considerou que “todos somos poucos e todos temos a obrigação de puxarmos para o mesmo lado, com o grande objectivo da criação de emprego para todos, do aumento da riqueza, do desenvolvimento económico da Guarda”.O candidato de Plataforma Independente considera que “as medidas para melhorar a Economia e o Emprego merecem um pacto que permita que em matéria fiscal e apoio ao emprego haja estabilidade”. E acrescenta: “As medidas económicas e sociais devem ser atractivas e definidas por um período de tempo nunca inferior a 20 anos e estar incluídas em todos os programas eleitorais dos Candidatos à Câmara Municipal da Guarda. Sérgio Costa refere que deste modo “os Guardenses, os Empresários e qualquer outro investidor saberá com o que conta em termos de impostos e apoios municipais para as próximas duas décadas”. Adianta que “a Guarda seria mais atractiva dando condições de estabilidade fiscal e social para que as famílias que aqui decidam viver, tenham emprego e perspectivas de futuro e não vejam os seus filhos migrar para longe”.Neste processo, Sérgio Costa adiantou que o Plano de Recuperação e Resiliência trará em média o dobro dos recursos financeiros provenientes da União Europeia que Portugal usufruiu no presente Quadro de Apoio Financeiro Plurianual. Disse que a Guarda tem de “saber aproveitar os Fundos Comunitários que serão colocados ao serviço de todos”.