Movimentos Independestes ganham força em todo o País

O Presidente da Câmara da Guarda foi eleito Vice-Presidente da Direcção da Associação Nacional dos Movimentos Autárquicos Independentes, uma associação sem fins lucrativos que pugna pela igualdade de oportunidades das candidaturas de Grupos de Cidadãos Independentes às eleições autárquicas.Sérgio costa considera que, com esta eleição, “a Guarda passa a ocupar uma posição cimeira numa Associação Nacional”. E acrescenta: “Esta Associação representa todos os movimentos autárquicos independentes, seja das câmaras municipais, seja das juntas de freguesia”. Numa altura em que os autarcas independentes “são já a terceira força política a nível nacional, em termos autárquicos”, Sérgio Costa adianta que “os movimentos independentes estão a ser cada vez mais escolhidos pelas populações porque promovem alternativas para que possa trabalhar com todos e para todos sem clivagens políticas”. Recorde-se que as eleições autárquicas de 26 de Setembro, deste ano, puseram dois candidatos independentes na presidência de duas capitais de distrito, Porto e Guarda. Sérgio Costa considera que “nas eleições autárquicas se olha para as pessoas e não para os partidos”.  Na Guarda, “as pessoas quiseram que o candidato do Movimento Independente Pela Guarda ficasse à frente da Câmara Municipal nos próximos quatro anos”. Sérgio Costa adiantou que o objectivo deste movimento independente passa por “governar melhor a Guarda” e como quem ganha governa “o que as pessoas vão dizendo, na rua, é que deixem governar quem ganhou”. A Associação Nacional dos Movimentos Autárquicos Independentes pretende afirmar e incentivar à democracia participativa de base através do poder local, concorrendo aos respectivos órgãos em listas independentes, num quadro de transparência, isenção e padrões éticos; pugnar pela igualdade perante a lei eleitoral e financiamento em relação às forças partidárias e coligações; constituir-se em agente de cooperação positiva e de representatividade perante os Órgãos de Soberania, a ANMP, a ANAFRE e outras instituições, agentes públicos e privados; pugnar pela regionalização, através da criação de Regiões Administrativas com órgãos próprios, democraticamente eleitos, como condição de desenvolvimento das Regiões e bem-estar das populações