Proposta foi apresentada na Covilhã


A Plataforma pela Reposição das Scut na A23 e A25 apresentou uma proposta em que pede a abolição das portagens para residentes e um desconto de 50% para as restantes pessoas, já em 2020.
“Nós somos pela abolição mas admitimos que essa abolição seja feita de forma faseada, quantificada e com um calendário muito bem definido. Para 2020, entendemos que era importante formalizar algo de mais concreto”, disse Luís Garra, da União de Sindicatos de Castelo Branco.
A proposta, que foi apresentada em conferência de imprensa na Covilhã, será agora remetida para o Governo com o objectivo de que a primeira parte já seja contemplada no Orçamento do Estado para 2020.
A Plataforma, que não abdica da abolição total das portagens até ao fim da legislatura, considera que a proposta que apresenta para próximo ano “pode e deve ter acolhimento”, considerando-a essencial para promover a coesão territorial.
As portagens foram apontadas como “um verdadeiro entrave para o desenvolvimento do interior”.
A plataforma vai esperar pelo Orçamento do Estado, mas também promete manter a luta, caso as medidas não correspondam ao esperado.
A Plataforma de Entendimento para a Reposição das Scut na A23 e A25 integra as seguintes entidades dos distritos de Castelo Branco e da Guarda: Associação Empresarial da Beira Baixa, União de Sindicatos de Castelo Branco, Comissão de Utentes Contra as Portagens na A23, Movimento de Empresários pela Subsistência pelo Interior, Associação Empresarial da Região da Guarda – NERGA, Comissão de Utentes da A25 e União de Sindicatos da Guarda.