No dia 22 de Novembro, na Guarda

A Plataforma P’la Reposição das Scut A23 e A25 vai promover uma Assembleia Cívica no dia 22 de Novembro, na Guarda, para solicitar que as suas propostas sejam incluídas no Orçamento do Estado de 2022.Luís Garra adiantou, numa conferência de imprensa realizada esta segunda-feira, 25 de Outubro, no NERGA que “a Assembleia Cívica P´la Reposição das SCUT´s no Interior vai acontecer às 15.00 horas, na Guarda “com convite aos grupos parlamentares, ao conselho geral da Plataforma, aos autarcas, aos empresários, trabalhadores e população em geral”.“Temos um Orçamento que não contempla coisa alguma” em relação à redução de portagens nas Scuts, disse Luís Garra. E acrescentou: “Não tivemos, até agora, acolhimento na proposta de Orçamento”, isto apesar de já ter sido feita uma reunião com o Grupo Parlamentar do PS. Luís Garra disse ainda que “se o orçamento for chumbado as nossas propostas vão-se manter em cima da mesa”. E adiantou: “As nossas propostas não mudam em função do Governo que for eleito, as nossas propostas mantêm-se”.  “Reforçar a posição, junto do Primeiro Ministro, Ministro das Finanças, Ministro das Infraestruturas e Habitação, Ministra da Coesão Territorial, a reafirmar a exigência de correcção da Portaria e lembrar a nossa proposta de redução para o ano de 2022; Insistir no pedido de reuniões com os Grupos Parlamentares, Solicitar audiência à comissão parlamentar de Orçamento e Finanças; Solicitar reuniões às Comunidades Intermuniciapis da beira Baixa e das Beiras e Serra da estrela”, são outras das iniciativas e acções que a Plataforma P’la Reposição das Scuts A23 e A25 vai desenvolver. Para Luís Veiga, da mesma plataforma, “o Orçamento Geral do Estado é omisso em relação à redução de portagens”, uma situação que considera “inaceitável”.A plataforma continua a exigir que o próximo OE contemple a isenção do pagamento de portagens para os residentes no interior e que a redução de 50% sobre as tarifas esteja em vigor no dia 31 de Dezembro de 2021, para todo o tipo de veículos.Ricardo Fernandes, outro dos elementos da Plataforma que esteve na conferência de imprensa lembrou que o Governo ainda não está a aplicar os descontos de 75% em relação a veículos eléctricos e não poluentes.Orlando Faísca, Presidente do NERGA, considerou que as portagens têm um efeito negativo para o território. Disse que “necessitamos de encontrar formas de desenvolvimento para região” e, para isso, “ temos que criar uma discriminação positiva para quem cá vive e para as empresas que cá estão e para quem nos quer visitar”. E concluiu: Ano atrás de ano o desenvolvimento está adiado”.  Recorde-se que a Plataforma P’la Reposição das Scut nas autoestradas A23 e A25 integra sete entidades dos distritos de Castelo Branco e da Guarda – a Associação Empresarial da Beira Baixa, a União de Sindicatos de Castelo Branco, a Comissão de Utentes Contra as Portagens na A23, o Movimento de Empresários pela Subsistência pelo Interior, a Associação Empresarial da Região da Guarda, a Comissão de Utentes da A25 e a União de Sindicatos da Guarda.