Maioria votou no candidato do Movimento Pela Guarda

José Relva é o novo Presidente da Assembleia Municipal da Guarda. Assume o cargo, anteriormente ocupado por Cidália Valbom, “como um servir o povo da Guarda”.  A escolha do novo presidente aconteceu durante a primeira reunião da Assembleia Municipal da Guarda, após a cerimónia de Instalação dos órgãos Autárquicos – Assembleia Municipal e Câmara Municipal da Guarda, eleitos para o quadriénio 2021-2025, que decorreu no dia 16 de Outubro, na sala António de Almeida Santos, nos Paços do Concelho. Na corrida à presidência da Assembleia foram apresentadas duas listas, uma (A) afecta o Movimento Pela Guarda, liderada por José Relva, sendo 1º secretário António Fernandes e 2º secretário Maria da Graça Rodrigues e outra (B) apresentada pelo PPD/PSD, liderada por João Correia, com José Rabaça (1º secretário) e Helena Saraiva (2º secretário). A lista A venceu com 42 votos, contra 24 da Lista B. Na votação houve também 16 votos em branco e 2 nulos.José Carlos Travassos Relva nasceu em Ança, concelho de Cantanhede. Tem Licenciatura em Direito, pela Universidade de Coimbra. Foi Delegado do Procurador da República em Pinhel, Rio Maior e em Lisboa. Foi Notário do Sabugal, Advogado, Vogal da Comissão Instaladora da Administra ao Regional de Saúde da Guarda, Presidente da Comissão Instaladora da Administração Regional de Saúde da Guarda, Coordenador da Sub-Região de Saude da Guarda, Notário da Covilhã e Notário da Guarda (Janeiro de 2003 a Setembro de 2019). “A terra onde nascemos é importante, é óbvio, mas também não deixa de ser tão importante, ou mais, a terra onde fazemos a nossa vida, onde somos acarinhados, onde somos queridos”, disse José Relva quando questionado sobre a ligação que tem à Guarda.Em entrevista ao Jornal A Guarda, publicada a 16 de Janeiro de 2020 referiu: “Quando acabei o curso de Direito vim Delegado Procurador da República, em 1973, para Pinhel e, depois, durante o tempo da magistratura fiquei em Pinhel até meados de 1976 e depois fui um ano para Rio Maior e, a seguir, um para Lisboa. Quando fui chamado ao estágio para juiz já a minha filha mais velha tinha nascido e, na altura, estamos a falar em 1977, princípio de 1978, os magistrados andávamos um pouco de casa às costas e foi sobretudo isso que me fez deixar a magistratura. Eu fui chamado ao estágio para juiz em 1978 e soube, em conversa, que o Cartório do Sabugal estava vago. Como tinha estado em Pinhel e tinha gostado acabei por vir, passados dois anos, para Notário no Sabugal. Foi esse contacto que tive, desde 1973 até 1976, na magistratura em Pinhel. Foi isso que me fez vir para esta zona”.