Distrital do PSD fala em politização da Unidade Local de Saúde da Guarda

João Barranca é o novo Presidente do Conselho de Administração da Unidade Local de saúde da Guarda. Também fazem parte do Conselho de Administração: António Monteirinho (Vogal Executivo), Maria de Fátima Domingues Azeredo Cabral (Diretora Clínica para os Cuidados de Saúde Hospitalares), António Serra (Director Clínico para os Cuidados de Saúde Primários), Nélia Paula dos Santos Faria (Enfermeira Diretora), José Francisco Gomes Monteiro (Vogal Executivo).O Conselho Fiscal é presidido por Maria de Fátima Pereira Ruivo Duarte Coelho, sendo vogais Dário Alexandre André Falcão, Luísa Maria Teixeira Pisco e Eduardo José Santos Clemente (suplente). Paulo Jorge de Sousa Ferreira é o Revisor Oficial de Contas (BDO & Associados, SROC, Lda.). O Conselho Consultivo tem como Presidente Carlos Filipe Camelo.O novo Presidente da ULS Guarda, João Barranca, é formado em engenharia electrotécnica e de computadores pela Faculdade de Ciências da Universidade de Coimbra. Tem 44 anos de idade e é natural de Coimbra.  Logo que foi conhecida a nova composição do Conselho de Administração da ULS Guarda, a Distrital do PSD veio a público acusar o PS de “politizar a Unidade Local de Saúde da Guarda”. “Consumada que está agora a nomeação recauchutada de todos os elementos para a ULS da Guarda, a Distrital do PSD denuncia aquilo que mais descredibiliza e fragiliza a democracia, que é a politização inadmissível das instituições públicas, neste caso na área da saúde” refere a Distrital do PSD em comunicado. E acrescenta: “Nomear o Presidente da Concelhia da Guarda, (António Monteirinho) que também é líder do Grupo Parlamentar do PS na Assembleia Municipal para a administração da ULS da Guarda é, sem sombra de dúvida, um acto de politizar esta instituição. Mais grave se torna, quando a formação profissional do dito nomeado é Engenharia Mecânica, sendo esta área absolutamente desajustada para a função que vai desempenhar”. A Distrital do PSD esclarece que “não é a pessoa que está em causa, mas sim a falta de formação académica, curricular e de experiência evidenciado para o eficiente desempenho de tal cargo. No fundo, as evidências que existem levam-nos a crer tratar-se de um ‘boy’ (mais um!) que vai fazer trabalho político numa instituição onde a prioridade tem necessariamente de ser os cuidados de saúde dos cidadãos, a gestão desses mesmos cuidados e da própria ULS, e não a sua partidarização”.   No documento, a Distrital do PSD refere que “o Partido Socialista da Guarda já nos habituou a esta prática” e lembra o que se passou na Secretaria de Estado da Acção Social, sediada na Guarda, “onde foram nomeados vários ‘boys’ sem qualquer formação na área social, funcionando como uma agência de empregos do PS, com o objectivo de fazer o trabalho político do partido no Distrito, pagos com o dinheiro dos contribuintes portugueses”.“A construção do Pavilhão 5 e a segunda fase do hospital da Guarda, bem como a construção de novas instalações para o Centro de Saúde de Seia têm de estar na prioridade desta Administração”, considera a Distrital do PSD da Guarda.