Cerimónia de tomada de posse dos órgãos autárquicos

Sabugal


Decorreu na sexta-feira, dia 20 de Outubro, no Auditório Municipal do Sabugal, a cerimónia pública de tomada de posse dos órgãos eleitos para o mandato 2017/2021. A cerimónia iniciou com um momento musical, seguindo-se a tomada de posse dos deputados da Assembleia Municipal, presidentes de Junta de Freguesia e de Uniões de Freguesias, e do executivo da Câmara Municipal. No discurso de tomada de posse, e depois de agradecer a presença de todos, o presidente da Câmara Municipal do Sabugal, António Robalo, realçou que desenvolveu a sua campanha eleitoral em torno de um desafio central para o futuro do concelho: “Conter o despovoamento, promover o território, atrair investimentos que criem emprego e fixem população no concelho, assegurar o desenvolvimento e a contínua elevação da qualidade de vida dos cidadãos, prestando um serviço público de qualidade”. Para tal, delineou três objectivos estratégicos: “valorizar o concelho, dinamizar a economia e mobilizar vontades”. O autarca afirmou ainda que, à semelhança do que foi feito no anterior mandato, “vamos continuar a dignificar o papel dos presidentes de Junta de Freguesia e de Uniões de Freguesias”, sublinhando também que, no executivo, “seremos exigentes connosco e convosco e não esperem de nós nada mais do que seriedade, empenho, rigor, responsabilidade e a defesa intransigente do Sabugal e dos Sabugalenses”. “Na política como na vida, importa que plantemos sementes de alegria e amor nas causas que abraçamos, naquilo que fazemos e naqueles a quem nos dedicamos”, concluiu.
Na Assembleia Municipal, Manuel Meirinho foi reeleito para a presidência do órgão e usou da palavra para agradecer aos presentes, fazendo uma referência especial à presença de Ruy de Carvalho, actor apaixonado por Sortelha. Na ocasião, Manuel Meirinho recordou ainda que a Assembleia Municipal já teve “cerca de mil representantes dos vários partidos, entre eleitos directamente e representantes por inerência. Pelo executivo já terão passado cerca de cem membros. Já tivemos executivos eleitos pelo CDS, pelo PSD, pelo PS e pelo PSD em coligação com o CDS. Cinco dos doze executivos governaram em situação minoritária e os restantes em situação maioritária”. “Devemos todos trabalhar para sermos merecedores da confiança e do respeita de quem nos elege”, rematou.

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